Como a comparação é feita
A calculadora acompanha duas pessoas com o mesmo dinheiro. Uma dá a entrada e financia o imóvel. A outra investe a entrada e paga aluguel. Todo mês, quem gasta menos investe a diferença. No fim do período, comparamos o patrimônio: imóvel valorizado menos o saldo devedor, mais investimentos, contra os investimentos do inquilino.
No exemplo de um imóvel de R$ 400.000, entrada de R$ 80.000 e aluguel de R$ 2.000, em 10 anos comprar sai na frente por R$ 27.134,27.
O que decide a conta
- Aluguel em relação ao preço: aluguéis abaixo de 0,4% do valor do imóvel por mês favorecem alugar; acima de 0,6%, favorecem comprar.
- Juros do financiamento: quanto mais altos, mais o aluguel compensa.
- Rendimento dos investimentos: com a Selic alta, investir a entrada rende muito.
- Valorização do imóvel: varia muito por cidade e bairro.
- Horizonte: no longo prazo, o imóvel quitado deixa de ter parcela.
Além dos números
Comprar traz estabilidade e liberdade para reformar; alugar dá flexibilidade para mudar de cidade e não prende o dinheiro. Lembre dos custos de compra (ITBI, cartório, cerca de 4% a 5% do imóvel), que a calculadora não inclui. Simule as parcelas no simulador de financiamento imobiliário.
Perguntas frequentes
Qual a regra para saber se vale alugar ou comprar?
Uma referência rápida: se o aluguel anual for menor que o rendimento líquido que a entrada e as parcelas teriam investidas, alugar tende a compensar. Mas a valorização e o prazo mudam a conta, por isso vale simular.
A calculadora considera IPTU e condomínio?
Não, porque em geral são pagos tanto por quem compra quanto por quem aluga. ITBI e cartório, pagos só por quem compra, também ficam de fora.
Comprar à vista muda o resultado?
Sim. Coloque a entrada igual ao valor do imóvel menos um real para simular quase sem financiamento. Sem juros, comprar costuma ficar mais atraente.
Fontes
Veja como calculamos cada valor.